Já pensaste em a deixar duas semanas ou um mês entregue a avós ou outras pessoas de confiança?
Actuaria como castigo e ganharia rotina alimentar. Conheço casos assim, de pais desesperados e sem saber lidar com a situação, alguna há beira do divórcio para fugirem... e uma avó ou tia mais experiente e determinada, pega na criança e põe-na na linha.