Independentemente do que se possa pensar sobre a humanização do parto ou, numa outra formulação, sobre o parto respeitado deixei claro que não acho que os médicos devam ser afastados deste debate. Ao contrário de serem eles a decidir que é ou não cesariana, se há instrumentalização ou indução ou o que seja, têm de ser as grávidas bem informadas a poder escolher. Isso mesmo foi o que o obstetra Gerd Eldering contou à
PAIS & Filhos na edição de Dezembro.
Mesmo em Portugal há cada vez mais médicos e enfermeiros especializados a defender o nascimento humanizado. E ainda bem.