Tudo começa por se saber o que se entende por «castigos físicos». É evidente que não concebo tocar numa criança de modo a magoá-la, por pouco que seja.
No entanto, e falo por experiência
própria, o «sacudir da mosca» na ponta dos dedos ou o «sacudir o pó» na fralda dão, por vezes, muito bons resultados. Não se trata de magoar, humilhar ou menospezar os sentimentos das crianças. Trata-se de fazer um «ponto de ordem à mesa» e estabelecer, às vezes de forma imediata, alguns limites.