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| Parto Discuta e esclareça, aqui, todos os mitos e medos do parto. |
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#1 (permalink) |
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Jornalista
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 28
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Partilhar experiências de parto é terapêutico. Ajuda a reflectir sobre o que se viveu e a perceber o que poderia ter corrido melhor (ou pior). Ninguém quer guardar só para si um momento tão importante e avassalador.
Por isso, convido-vos a contarem aqui as vossas histórias de parto. Para inaugurar o tema, deixo o relato do nascimento da minha filha, que foi também publicado na revista PAIS & Filhos de Maio de 2008. Um parto natural, em que todos os tempos foram respeitados, sem intervenções médicas desnecessárias. Enfim, um parto lindo e maravilhoso. Podem lê-lo no post seguinte. |
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#2 (permalink) |
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Jornalista
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 28
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«ode à minha família*
estrofe «Episiotomia? Claro que sim. Sempre. Andar enquanto faz a dilatação? Quando começarem as dores vai é ter vontade de deitar-se quietinha. Não sabe se quer epidural? Ah! Ah! Claro que vai querer. E se pretender um parto assistido por mim tem de ser marcado. Vai ter comigo à maternidade, num sábado ou num domingo, e induzimos.» Não. Decididamente não queria um parto com esta obstetra por perto. A sorte é que eu já estava grávida. Depois deste discurso, duvido que alguém tenha coragem de engravidar, tal o inferno que parece ser o parto. Valeu-lhe a sinceridade, ao contrário de outros médicos que vão tentando adiar a conversa do parto lá para as 36 semanas e depois vêm com histórias de que «o colo está verde» e as «ancas são estreitas» e blá, blá, blá, «você não sabe parir e ainda bem que me tem a mim». Saí do consultório desolada. O corpo é meu. O parto é meu. Por que raio é que outros querem ser a estrela? Depois de muito procurar, encontrei uma rara obstetra que acreditou em mim e que me deu todos os incentivos para eu conseguir ter a minha filha da forma que tinha idealizado. Com calma e sem intervenções desnecessárias – soro, com ocitocina incluída, CTG contínuo, epidural sem eu ter pedido, episiotomia só porque sim, ou obrigatoriedade de estar deitada para dar mais jeito ao médico. Fiz o meu plano de parto – sabendo que era apenas um plano – e vivi a gravidez tranquila, preparando-me mentalmente para o grande momento. Imaginei-me a parir muitas vezes, quis ouvir todos os relatos (bons e maus, para não ser apanhada de surpresa), vi muitos partos (na televisão, em documentários), li as histórias reais que circulam na internet e confiei nas boas experiências da minha mãe e da minha avó. «Se elas conseguiram, eu também consigo.» A única possibilidade de ter um parto como desejava era ir para um hospital privado. A obstetra garantiu-me que não haveria intervenções médicas à partida, mas, se houvesse algum problema, teria os equipamentos necessários à disposição. Seria a combinação ideal. Sentia-me confiante e prudente. Sabia que iria ser respeitada. antístrofe Acordei e notei um líquido morno nos lençóis. Supostamente ainda era cedo. 37 semanas e seis dias. Senti uma água morna, transparente, mas nada que chegasse para me encharcar os pés. Na dúvida, liguei para a doula, para a médica, para o Hélder, não me lembro por que ordem, e decidimos que o melhor era ir ao consultório ver o que se passava. Juro que ao entrar no carro nem sonhava o que me estava para acontecer. Segui como se fosse apenas para mais uma consulta de rotina, sentindo os habituais pontapés de bons dias na barriga. Assim que me viu, a médica mandou-me pôr de cócoras para perceber que líquido era aquele. Mas nada. Tudo aparentemente seco. Sugeriu-nos que fôssemos dar uma volta para ver se acontecia alguma coisa. Estava um lindo dia de sol. O plano era ir até ao fim da rua e voltar, mas a meio do caminho comecei a sentir exactamente o que me tinham descrito que poderia ser o sinal de que a Catarina estava pronta: dores como se estivesse para vir o período. Voltámos para trás, devagar, e interrompemos outra vez as consultas para avisar sobre a minha nova condição. Era uma sensação leve ainda. Segundo os habituais relatos de primeiros partos, teria ali entretenimento para muitas horas. Próxima paragem: CTG. A enfermeira e o Hélder iam relatando as linhas do gráfico que saía no papel. 70, 80, 90. As contracções marcavam pontos à medida que eu sentia a minha barriga a ficar cada vez mais dura. Algum tempo depois, a médica voltou, mediu-me a dilatação e disse as palavras que me soaram como um tiro de partida: «Estás com seis dedos!». Lágrimas. Sorrisos. Gaguez súbita. Nervoso miudinho. Estava na hora. Isto está mesmo a acontecer-me! «Se queres ir para o hospital temos de ir já. Ou queres ficar aqui?» Num instante, imaginei-me a entrar no carro, imaginei o trânsito, chegar ao hospital, preencher papéis, perder a minha roupa e sei lá que mais maldades me poderiam fazer. Decidimos ficar. Na sala destinada a fazer a dilatação antes de ir para o hospital, na sala onde se pode aprender a massajar os bebés, na sala onde já tínhamos pensado «que giro seria parir aqui». De repente, deixei de ser eu. Os pensamentos voaram da minha cabeça e fiquei entregue ao meu corpo. A roupa foi-me saindo pelas pernas e pelos braços sem eu dar conta. Um calor a correr-me pelas veias. Os olhos a fecharem-se para ser só eu e o meu bebé. O silêncio. As mãos confortantes da médica, da enfermeira e do Hélder na minha pele. Eu em pé agarrada à balança que pesa os bebés. Eu sentada no banco de parir. Eu de gatas. Eu pendurada no pescoço do Hélder. Eu sem saber que coisa era aquela que estava a sentir. Umas ondas que de vez em quando me revolviam as entranhas. O Hélder ali, sempre ali. Enroscado em mim. Olhando-me nos olhos. Segurando-me. Mudo (tantas vezes eu lhe tinha pedido: «não me digas nada»). A médica e a enfermeira sentadas no chão, vestidas de branco e cor-de-rosa, sem sapatos, sem relógio. As consultas acabaram por hoje. A música que eu escolhi. Está a tocar a música que eu escolhi. Um som ameno que me transporta para o aconchego da minha casa. Tantas vezes eu me imaginei a fazer-te nascer, Catarina, ao som desta música. Mas, por mais que imaginasse, nunca suporia isto que me está acontecer. As ondas vão e vêm. Avisam primeiro. Começam pelo fundo da barriga para inundar o corpo todo em poucos segundos. Depois, a maré desce e tudo fica calmo. Respiro fundo e reparo que a canção diz: «Dreaming my dreams with you». Só espero que isto corra bem. Só espero… A médica encosta o CTG portátil à minha barriga. «O bebé está bem», diz-me baixinho. Abro os olhos por um segundo e vejo mais um sorriso que me conforta. Chegou a minha doula. Lembro-me de que falei com ela ao telefone antes de entrar na sala, mas não faço ideia do que lhe disse. Já não era eu. Oiço os gritos que saem da minha boca e não os conheço. Não posso ser eu. Eu nunca gritei assim. Pareço uma leoa. Sinto-me uma leoa. Nua. Cabelos desgrenhados. Livre. Cheia de poder. Cheia de força. Cheia do mundo todo dentro de mim a querer sair. Penso na Catarina. Como será ela? Como será vê-la? Tê-la ao colo. Chamo por ela. Não tenho medo. Não tenho pressa. Não faço ideia há quanto tempo isto me está a acontecer. Sento-me no banco de parir, com os pés firmes no chão, e encosto-me para trás, ao peito do Hélder. Foi o meu corpo que assim o quis. Vejo a médica e a enfermeira sentadas à chinês na minha frente. Pedem-me que me solte, que me liberte. Deixo-me ir. A Catarina já espreita. Já posso senti-la. Estico a mão e toco-lhe levemente no cocuruto. Eu toquei na minha filha! Sinto o bafo quente do Hélder na minha orelha. Sinto que ele está a sorrir. Rio-me com ele. É o primeiro momento-mais-feliz-da-minha--vida do dia de hoje. As ondas transformam-se num incêndio. O meu corpo todo arde. A porta de saída é um anel de fogo. Grito mais alto e mais estridente do que a sirene dos bombeiros. Aí vem ela. A cabeça já está deste lado. És tão corajosa Catarina. Respiro fundo. Espero. Tu é que decides quando queres entrar nesta vida. Enquanto te preparas, faço-te mais uma festa. São ondas, são marés, são fogos, são labaredas, é frio e é calor. É o mundo todo a sair-me de dentro directamente para me encher os braços, o peito e a vida. Minha filha. Finalmente tenho-te deste lado. Serena. Quente. Macia. Forte. Maravilhosa. Os braços do Hélder por cima dos meus. Não existe mais nada. Somos só os três. E eu agora de olhos bem abertos. E o corpo que volta a ser meu para te poder sentir com todos os poros. Abres tu também os olhos. Olhas-me enquanto procuras a mama. Parece que toda a vida fizemos isto. Parece que toda a vida nos conhecemos. Aos poucos volto a ser o que ainda resta de mim. Estou cansada, mas cheia de energia. Tenho fome. Tenho vontade de ir à rua gritar: «Vejam bem o que me aconteceu!» O pediatra, chamado de propósito, observa-te ao meu colo. Admira-se ao ver-te mamar com tanto vigor. Ausculta-te sem te tirar dos meus braços. «Está super!» Deitamo-nos num colchão no chão. Pai, mãe e filha juntinhos, pele com pele. Vejo que o sol continua a brilhar lá fora. epodo Os meus desejos são ordens. Apetece-me pão com manteiga e um sumo de fruta. Num instante, aparece uma bandeja com o melhor pão com manteiga do mundo, sumos frescos e umas broas tão saborosas como o momento. Estou no máximo da adrenalina. Parece que tenho uns elásticos a prenderem-me os cantos da boca às orelhas. Médica, enfermeira, doula e pai também sorriem, orgulhosos. Só tu descansas, imune ao mundo que te espera. A prima Lúcia junta-se a nós. Foi ela que trouxe a minha mala da maternidade. Foi graças a ela que pude ser embalada pela música doce dos Cranberries. Passamos o tempo a observar-te, a tocar-te, a cheirar-te, a amar-te. É impossível dormir, tal é a excitação. Ao final da tarde, estreias o teu primeiro fato, a tua primeira fralda. A minha roupa também volta ao meu corpo. Devagar, a vida recupera o ritmo. A caminho de casa parece-me estranho que os carros continuem a andar, os prédios se mantenham de pé, as pessoas permaneçam indiferentes, depois da fantástica aventura que acabou de me acontecer. Entro na minha sala ainda de dia. A doula acompanha-nos e certifica-se de que não nos falta nada. A médica irá visitar-nos no dia seguinte. A família mais próxima faz questão de nos ir dar um beijinho. Estão doidos com a nossa proeza. Como uma sopa deliciosa, feita pela minha mãe. 24 de Maio de 2007. 14h07. Coordenadas de um dia perfeito. Abres os olhos, mamas e voltas ao teu sossego. Dormimos os três na nossa cama. Exaustos. Felizes. Apaixonados. Completos. A noite inteira abraçados. A minha família. *Título ‘roubado’ à canção «Ode to my family», dos The Cranberries» Patrícia Lamúrias, PAIS&Filhos, Maio de 2008 |
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#3 (permalink) |
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Embrião
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 28
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Olá Patrícia!
Que lindo relato, que experiência maravilhosa o nascimento da tua filha. Parabéns pela iniciativa de colocares aqui o testemunho do teu parto! Eu ainda não estou grávida, mas já começo a pensar seriamente no assunto. Tenho lido muito sobre parto humanizado, pois também quero ter partos assim. Gostaria muito de ter partos na água, mas em Portugal este tipo de partos ainda só se fazem no domicílio. ![]() Já agora será que podias dizer o nome da médica que te acompanhou? E fiquei curiosa quanto ao sítio onde tiveste o teu parto, foi numa clínica? Felicidades! |
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#4 (permalink) |
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Jornalista
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 28
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Olá Luna,
Obrigada pelo entusiasmo. A Catarina nasceu na Clínica Moderna da Mulher, em Cascais. Mas não se fazem partos lá. A ideia era irmos para o Hospital da Cruz Vermelha, só que não deu tempo (e ainda bem!). Mas, mesmo que fosse na Cruz Vermelha, o combinado com a obstetra era ter um parto sem intervenções médicas desnecessárias. De facto, os hospitais portugueses só agora estão a despertar para o parto humanizado e a perceber que é preciso muito mais do que disponibilizar a epidural. Acho que ainda há um longo caminho a percorrer. Um bom princípio é as mulheres saberem o que querem para o seu parto e exigirem isso mesmo junto das instituições onde vão ter os filhos. Água mole em pedra dura... Se precisares de mais informações, fica à vontade para me mandares um mail: plamurias@motorpress.pt. |
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#5 (permalink) |
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Embrião
Data de Registo: Nov 2008
Localização: Lisboa
Posts: 23
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Olá,
Sou mãe de dois rapazes, um com três anos e outro com dois meses, que nasceram no Hospital Garcia de Orta. Devo já dizer que em termos globais adorei a experiência dos dois partos, o pai esteve sempre comigo nas duas vezes, e chegou a ser divertido! O meu primeiro filho nasceu com 4 quilos, o tempo total do trabalho de parto foram 13 horas. Tentei ao máximo cumprir a dilatação antes de ser internada, estive a fazer caminhadas à volta do hospital até aos 8 cm de dilatação. Mesmo assim depois de internada ainda demorou bastante tempo. Pedi a epidural, mas como o anestesista não estava disponível no momento, administraram-me petidina, uma espécie de droga que francamente detestei. Sinto que dificultou bastante a minha concentração no parto, fiquei totalmente "pedrada". Apesar disso consegui pô-lo cá fora, ainda que com ajuda de ventosas. Sim, houve medicamentos, episiotomia, muitas dores na recuperação, mas foi uma experiência muito boa, senti-me segura nas mãos dois dois médicos e do enfermeiro que me acompanhou. A segunda vez foi bem diferente, até porque foi bastante mais rápido. Ainda assim o bebé tinha 4,075Kg, não foi pêra doce! Agora o que vale a pena destacar é que fui unicamente acompanhada por um enfermeiro, um profissional que marcou toda a diferença neste parto. Acompanhou-me sempre que lhe foi possível, explicou-me detalhadamente tudo o que fazia, e todos os medicamentos que me administrava. "Treinou-me" (sim, parecia uma aula de ginástica!) no parto, orientou-me sempre com muita calma e carinho, mas também com exigência. Quando eu começava a desesperar um pouco ele conseguia sempre animar-me e levar-me ao bom caminho. Não houve episiotomia, houve depois uma laceração (mas pequena, e a recuperaçao muito mais fácil). Quando o bebé saiu, foi deitado no meu colo durante muuuuuito tempo. Devem ter sido quase 10 minutos. Foram minutos preciosos, em que pude olhar para o meu filho, aconchegá-lo, conhecê-lo... E tudo com o cordão umbilical ainda intacto. Foi maravilhoso! Não sei se são sinais dos tempos e da mudança. Este parto foi muito mais "humano" (como se diz hoje em dia) do que o primeiro. Pode ter sido também só uma tremenda sorte com o Enfermeiro que me calhou na sorte (Enfº Bruno Rita já agora, para quem estiver interessada!). Penso que nestas questões nem 8 nem 80, eu não teria coragem de ter um filho em casa, gosto de me sentir segura no hospital, de saber que está tudo ali à mão se alguma coisa correr mal. Mas fiquem sabendo que é possível ter partos maravilhosos em hospitais, mesmo apesar de algumas intervenções que possam ser desnecessárias. Boa sorte a todas as futuras mamãs! |
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#6 (permalink) |
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Embrião
Data de Registo: Nov 2008
Posts: 1
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Infelizmente a minha experiencia de parto não foi nada positiva. Recorri aos serviços do Hospital São João no Porto acreditando que ali o meu desejo de ter um parto natural seria respeitado mas aconteceu o inverso: fui tratada com preconceito e literalmente abandonada num quarto muito bem decorado onde o meu filho nasceu num estado de morte aparente. Pretendo contar a minha experiencia ao maior numero possivel de mulheres, no entanto, por agora gostaria apenas de pedir a vossa colaboração.Pretendo encontar outras mulheres que tenham recorrido ao hospital são joão com o intuito de ter um parto natural. Se conhecem alguém nesta situação por favor ajudem-me a entrar em contacto com essa pessoa(s). Agradeço desde já a vossa ajuda.
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#7 (permalink) | |
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Directora
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 301
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Citação:
Gostava de falar consigo |
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#8 (permalink) |
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Directora
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 301
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A Maternidade Alfredo da Costa vai ter um centro de nascimento no próximo ano. A promessa é feita pelo presidente do Conselho de Administração da MAC, Jorge Branco à PAIS & Filhos de Dezembro, já nas bancas.
Será que desta vez os partos naturais vão ser respeitados pelos profissionais de saúde? |
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#9 (permalink) |
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Embrião
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 28
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Em que é que consiste exactamente um centro de nascimento? É como as casas de parto que existem, por exemplo, no Brasil?
Bem, se assim for, realmente é uma óptima notícia! ![]() Esperemos que realmente essa ideia vá para a frente e se comece a praticar o parto humanizado em instituições públicas em Portugal.
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#10 (permalink) | |
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Directora
Data de Registo: Oct 2008
Posts: 301
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